Este espaço é para todos aqueles que gostam do que fazem e que, como eu, não desistem das tecnologias, mesmo que os ventos soprem em sentido contrário...

20.10.08

4.10.08

5 de Outubro





Os professores contam sempre!!!

9.9.08

23.5.08

Conseguimos bilhetes!!!



Fomos até Viseu apoiar a selecção:

"Penalva do Castelo

Que estás em Viseu

Ajuda Portugal

A ganhar o Europeu"

4.5.08

Dia da Mãe

Clube de Artes - um miminho para as mães!!!

25.4.08

Canto moço

Somos filhos da madrugada
Pelas praias do mar nos vamos
À procura de quem nos traga
Verde oliva de flor no ramo
Nave gamos de vaga em vaga
Não soubemos de dor nem mágoa
Pelas praias do mar nos vamos
À procura de manhã clara

Lá do cimo de uma montanha
Acendemos uma fogueira
Para não se apagar a chama
Que dá vida na noite inteira
Mensageira pomba chamada
Companheira da madrugada
Quando a noite vier que venha
Lá do cimo duma montanha

Onde o vento cortou amarras
Largaremos p'la noite fora
Onde há sempre uma boa estrela
Noite e dia ao romper da aurora
Vira a proa minha galera
Que a vitória já não espera
Fresca, brisa, moira encantada
Vira a proa da minha barca.

Zeca Afonso

Eu vim de longe


Quando o avião aqui chegou
Quando o mês de Maio começou
Eu olhei para ti e então eu entendi
Foi um sonho mau que já passou
Foi um mau bocado que acabou

Eu vim de longe, de muito longe,
O que eu andei p’ra aqui chegar
Eu vou p’ra longe, p’ra muito longe
Onde nos vamos encontrar
Com o que temos p’ra nos dar


Refrão
Tinha esta viola numa mão

Uma flor vermelha noutra mão
Tinha um grande amor, arcado pela dor
E quando a fronteira me abraçou
Foi esta bagagem que encontrou

(Refrão)

E então olhei à minha volta
Vi tanta esperança andar à solta
Que não hesitei e os hinos que cantei
Foram frutos do meu coração
Feitos de alegria e de paixão

(Refrão)
Quando a nossa festa se estragou
E o mês de Novembro se vingou
Eu olhei p’ra ti e então eu entendi
Foi um sonho lindo que acabou
Houve aqui alguém que se enganou

(Refrão)

Tinha esta viola numa mão
Coisas começadas noutra mão
Tinha um grande amor, marcado pela dor
E quando a espingarda se virou
Foi para esta força que apontou

(Refrão)

E então olhei à minha volta
Vi tanta mentira andar à solta,
Que me perguntei, se os hinos que cantei
Eram só promessas e ilusões
Que nunca passaram de canções

(Refrão)




Quando finalmente eu quis saber
Se ainda vale a pena tanto querer
Eu olhei p’ra ti e então eu entendi
É um lindo sonho p’ra viver
Quando toda a gente assim quiser

(Refrão)

Tenho esta viola numa mão
Tenho a minha vida noutra mão
Tenho um grande amor, marcado pela dor
E sempre que Abril aqui passar
Dou-lhe este farnel p’ra o ajudar

(Refrão)

E agora eu olho à minha volta
Vejo tanta raiva andar à solta
Que já não hesito e os hinos que repito
São a parte que eu posso prever
Do que a minha gente vai fazer

Refrão (duas vezes)

José Mário Branco

24.4.08

TROVA DO VENTO QUE PASSA

Pergunto ao vento que passa
notícias do meu país
e o vento cala a desgraça
o vento nada me diz.

Pergunto aos rios que levam
tanto sonho à flor das águas
e os rios não me sossegam
levam sonhos deixam mágoas.

Levam sonhos deixam mágoas
ai rios do meu país
minha pátria à flor das águas
para onde vais? Ninguém diz.

Mas há sempre uma candeia
dentro da própria desgraça
há sempre alguém que semeia
canções no vento que passa.

Vi florir os verdes ramos
direitos e ao céu voltados.
E a quem gosta de ter amos
vi sempre os ombros curvados.

Ninguém diz nada de novo
se notícias vou pedindo
nas mãos vazias do povo
vi minha pátria florindo.

Mesmo na noite mais triste
em tempo de servidão
há sempre alguém que resiste
há sempre alguém que diz não.

Manuel Alegre

21.4.08

Uma gaivota voava, voava





Esta foi uma das canções que ouvimos muitas e muitas vezes em 1974.
Eu tinha dez anos. Quem se lembra?

20.4.08

LETRA PARA UM HINO

É possível falar sem um nó na garganta.
É possível amar sem que venham proibir.
É possível correr sem que seja a fugir.
Se tens vontade de cantar não tenhas medo: canta.


É possível andar sem olhar para o chão.
É possível viver sem que seja de rastos.
Os teus olhos nasceram para olhar os astros.
Se te apetece dizer não, grita comigo: não!


É possível viver de outro modo.
É possível transformar em arma a tua mão.
É possível viver o amor. É possível o pão.
É possível viver de pé.


Não te deixes murchar.Não deixes que te domem.
É possível viver sem fingir que se vive.
É possível ser homem.
É possível ser livre, livre, livre.


Manuel Alegre

12.4.08

Cubo

6.4.08

31.3.08

Rádio Macau - Cantiga de Amor

cantiga d'amor




(...)
Que a lua está longe, e mesmo assim
Dançar podemos sempre, se quiseres
Ou então se preferires, fica aí
Que ninguém há-de saber o que disseres
(...)

30.3.08

26.3.08

Alopécia

Este post é dedicado a ti...Margarida

6.1.08